segunda-feira, 26 de maio de 2014

SEU CÃO COME FEZES?

Copofragia caracteriza-se pela ingestão de fezes que podem ser do próprio animal, de animais da mesma espécie ou de espécies diferentes.

EXPLICAÇÃO COMPORTAMENTAL DA COPROFAGIA

BUSCANDO ATENÇÃO: Ao consumir fezes o cão chama a atenção do dono quando este o repreende. O animal percebe que recebe atenção todas as vezes que consome fezes e repete a atitude com esta intenção.

CONDUTA DE ALELOMIMÉTICA: É uma imitação da conduta do dono. Ao observar que o dono recolhe as fezes, passa a fazê-lo também. O mesmo ocorre quando outros animais do seu convívio consomem as fezes e ele aprende a fazê-lo por imitação.

CONDUTA MATERNAL: A mãe consome as fezes dos seus filhotes enquanto estes se alimentam apenas do seu leite. É uma conduta normal e tem a função de manter o ninho limpo. Da mesma forma os cãezinhos podem iniciar a ingestão de sólidos com a matéria fecal de seus irmãos de ninhada.

CONDUTA DE DOMINÂNCIA: Há relatos de cães submissos ou hierarquicamente inferiores dentro da matilha, que consomem as fezes dos animais dominantes como demonstração de submissão.

CONDUTA LÚDICA : quando ele está brincando com as fezes e termina por comê-las. Cães entediados que manipulam fezes como passatempo.

PUNIÇÕES EXCESSIVAS relacionada a eliminações do cão. Cães podem comer fezes para evitar que os proprietários os punam.

REFORÇO ORGANOLÉPTICO: Ao comer as fezes, algo reforça esta conduta, como por exemplo, o sabor, a aparência e o aroma diferenciado. Este parece ser o mecanismo provável como comer fezes de gato pois nessas fezes ainda encontram-se muitos nutrientes aproveitáveis.

ÓCIO e ANSIEDADE : animais aborrecidos, que passam muito tempo sozinhos (ANSIEDADE DE SEPARAÇÃO), que não convivem com outros da mesma espécie e que ficam muito tempo confinados.

STRESSE AMBIENTAL com distribuição errônea do espaço de dormir, alimentar, defecar e urinar. Cães que não dispõem de espaço suficiente e são forçados a defecar em seu espaço de dormir acabam por ingerir suas fezes para manter o espaço limpo.

FREQUÊNCIA E QUALIDADE DO ALIMENTO: Deficiências alimentares (vitaminas, sais minerais, fibras, proteínas, etc.), baixa qualidade do alimento, e mesmo uma única refeição diária (para alguns indivíduos) podem provocar coprofagia numa tentativa de complementação nutricional já que a sobrecarga alimentar com uma única refeição pode fazer com que a digestão não seja totalmente eficiente e que o animal necessite comer novamente para satisfazer suas necessidades básicas nutricionais. Alguns estudos sugerem que a coprofagia de fezes de outras espécies contribua para estabelecer a flora intestinal benéfica, como probióticos presentes nas fezes de ruminantes. Outros sugerem que o não absorvido por outras espécies pode ser bem aproveitado por outros.

ALGUMAS POSSÍVEIS CAUSAS MÉDICAS
Insuficiência pancreática, pancreatite, infecções intestinais, síndrome de má absorção e alimentos excessivamente gordurosos podem ser causas de coprofagia e estarem associadas ou não a outros sintomas clínicos como por exemplo diarreias, vômitos, fezes brancas e outros.

CONSEQUÊNCIAS DA COPROFAGIA
Além do afastamento dos tutores por preconceito ou nojo de seus animais, a incorporação de bactérias, vírus e parasitas pode trazer problemas clínicos. Também em função do esforço extra em eliminar toxinas ingeridas juntamente com as fezes, podem ocorrer alterações clínicas, principalmente dermatológicas e digestivas.

TRATAMENTO DA COPROFAGIA
Melhoria das condições de higiene quando essa for uma possível causa do transtorno.
Melhoria da qualidade e frequência da administração do alimento.
Melhoria do Bem Estar como exercícios, distração, jogos.
Reforço negativo com bronca só é eficiente se for imediato, senão perde a eficácia. O ideal mesmo é o reforço positivo que ocorre com a recompensa (carinho, elogio ou petiscos saudáveis) quando a ingestão de fezes não acontece.
Criar aversão a matéria fecal como com a utilização de substâncias picantes acrescidas às fezes.
Ignorar quando o motivo é sabidamente o de chamar a atenção.
Recolher as fezes assim que o animal defecar. Procure fazer com que o animal não o veja recolhendo, para evitar a imitação.
Reforço positivo é o processo de reforçar outra conduta em lugar da coprofagia. Quando o cão está a ponto de comer as fezes, o t poutor/cuidador pode usar qualquer qualidade de ordens ( deixe, venha, sente, etc) ou atirar-lhe uma bola, chamar-lo a brincar, mas tudo isso antes que ele coma as fezes, nunca após ele ter iniciado a ingestão. A idéia é distair o animal por algum tempo para permitir que o dono recolha as fezes, de preferência sem que o cão veja e assim fazer com que esqueça das deposições.
Correção de problemas clínicos como má absorção, má digestão, parasitas, distúrbios nutricionais/metabólicos que devem ser conduzidos por médico veterinário após diagnóstico clínico e/ou laboratorial.
Usando homeopatia de fundo ou comercial direcionada ao estresse e ansiedade como o Anizen , para ansiedade  ou  e florais como o Biofloral de coprofagia associado ou não ao Bio floral do Estresse ou ao Biofloral para Ansiedade, o Biofloral do Reequilíbrio Alimentar ou um específico receitado pelo seu veterinário reequilibramos a energia vital do indivíduo e favorecemos a cura como um todo.



O ideal é combinar todas as correções citadas enfatizando o enriquecimento ambiental em detrimento da ociosidade ou "falta do que fazer" e melhorar a nutrição com um cardápio de alimentação natural balanceada e nutritiva!
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Sete vantagens do Uso da Homeopatia em Veterinária:

1. Não requer experimentação cruenta em animais.

2. Não utiliza drogas de elaboração industrial, artificial, tóxicas e/ou contaminantes.

3. Pode prescindir de vacinas ou outros meios artificiais para a prevenção das chamadas enfermidades contagiosas evitando assim, muitas vezes, sérios efeitos colaterais negativos.

4. Promove de forma terapêutica e favorece ideologicamente mudanças de atitude vital, tanto dos pacientes quanto dos terapeutas e cuidadores, ajudando na construção de um mundo melhor.

5. Custo baixo!

6. Trata surtos epidêmicos em populações tanto de forma profilática quanto terapêutica.

7. Ao reequilibrar a energia vital do enfermo atua sobre o organismo como um todo (holos) melhorando não só os sintomas físicos como também os mentais, melhorando as relações com o ambiente, os sofrimentos, os medos, etc.