segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

RAÇÕES PARA CÃES E GATOS: CUIDADO COM OS RÓTULOS


O texto a seguir foi retirado do site http://www.cachorroverde.com.br/dieta/racao.htm com a autorização da autora, Sylvia Angélico que é jornalista e agora está cursando veterinária. Mais uma vez parabenizo à Sylvia pelo excelente trabalho de pesquisa que só uma jornalista com interesse e conhecimentos na área de nutrição seria capaz de compor com tanto esmero. Muitos outros textos estão disponíveis no site, TODOS devem ser lidos. Aqui reproduzo apenas uma pequena parte para ajudar aos cuidadores de animais a desvendar o que esta escrito nas embalagens das rações, criar uma nova mentalidade em torno do marketing da indústria de alimentos pet que durante tantos anos promoveu uma lavagem cerebral em veterinários e proprietários em todo o mundo e talvez iniciar uma nova fase alimentar dos seus pets com alimentação natural apropriada a cada espécie em questão.

"A primeira parte dessa série tem como objetivo despertar o senso crítico em relação às rações comerciais para cães e gatos. Para isso, selecionei e traduzi trechos que considero significativos nos principais livros que abordam esse assunto. Achei interessante começar pelos rótulos. Os fabricantes, como vocês vão ler a seguir, fazem o inimaginável para que você acredite que as rações são balanceadas, completas e saudáveis.

Vale usar fotos de legumes selecionados, cortes frescos de carne, produtos nobres e exóticos. Vale empregar frases de efeito que apelam – ironicamente – ao “natural”, à “natureza”. Não existe nenhum tipo de restrição a essas formas de propaganda enganosa. Tanto que uma das principais estratégias empregadas por eles para ludibriar leigos e até veterinários é a descrição dos ingredientes das rações em termos propositadamente vagos. E é desse assunto que este post tratará.

Meses atrás, eu costumava achar chiquérrimo a inclusão de polpa de beterraba nas rações. Depois fui entender o motivo real para o uso desse ingrediente. A tal polpa de beterraba é nada mais do que um resíduo da indústria de adoçantes, fonte de fibra, contendo alto teor de açúcar. Absorve muita água, contribuindo para diminuir o volume das fezes. Isso causa uma falsa impressão de alta digestibilidade - e pode predispôr o pet a diabetes, entre outras enfermidades.

Agora você vai aprender a desmistificar outros ingredientes das rações. Se possível, leia os textos comparando as informações apresentadas com os dados contidos em qualquer embalagem de ração para cães ou gatos. No mínimo, você vai se surpreender com as verdadeiras definições do que, de fato, entra no saco de ração e no organismo do seu animal.

Rótulos podem ser ludibriosos
Trecho do livro: Dr. Pitcairn's Complete Guide to Natural Health for Dogs & Cats
Autor: Richard Pitcairn, médico-veterinário PhD em Imunologia
Edição: 2005
Inédito no Brasil.

O consumidor é freqüentemente orientado a ler o rótulo das embalagens de rações para identificar quais seriam os melhores alimentos. Parece bom. Infelizmente, a maneira como são criados os rótulos não ajuda muito a compreender a qualidade daquele alimento. Por exemplo, um dos principais nutrientes, que somos sempre orientados a verificar, é a proteína. Mas se olharmos somente a proteína total, conforme indicado no rótulo, não teremos considerado dois fatores importantes: o valor biológico e a digestibilidade. Vamos entender esses termos.

Proteína
O valor biológico da proteína depende da composição única de aminoácidos de cada proteína. Esses aminoácidos são como os tijolos que o corpo utiliza para construir seus próprios tecidos. Ovos recebem um valor ideal de 100, o que significa que eles são a forma mais aproveitável de proteína que existe. Nessa escala relativa, a carne de peixe recebe nota 92; carne bovina e leite, 78; arroz, 75; grão de soja, 68; levedura, 63; e glúten de trigo, 40.

A digestibilidade de uma proteína (ou de qualquer alimento) é simplesmente o quanto o trato gastrintestinal (estômago e intestinos) consegue absorver desse nutriente. Por exemplo, uma fonte pode ter 70% de digestibilidade, enquanto outra tem 90%. Algumas proteínas, como as do cabelo e pêlos – são menos digestíveis por serem mais duras ou impossíveis de quebrar, mesmo sendo proteínas.

Vejam que interessante: as prolongadas altas temperaturas empregadas para esterilizar algumas rações podem destruir grande parte dessas proteínas de alto valor biológico. Isso ocorre porque com o calor as proteínas se combinam com certos açúcares que são adicionados à mistura, e formam compostos que não podem ser quebrados pelas enzimas digestivas do organismo. Afinal de contas, o sistema digestório dos animais desconhece esses nutrientes processados a altas temperaturas. Como poderia a evolução ter preparado os animais para aproveitar essas substâncias?

Já que os fabricantes são obrigados a listar o teor de proteína bruta em vez da quantidade de proteína presente que o animal realmente conseguiria digerir e aproveitar, eles podem e fazem a inclusão de fontes baratas que podem suprir o pet com proteínas muito menos utilizáveis do que você poderia imaginar. A maioria das pessoas não percebe que termos como “sub-produtos de carne” podem na verdade significar mistura de penas de galinha, tecido conjuntivo (cartilagem), mistura de couro (sim, couro, como aquele usado na fabricação de cintos ou sapatos), dejetos de aves e de outros animais, e pêlos de bovinos e de cavalos.

Robert Abady, fundador da Robert Abady Dog Food Company, descreve “farinha de carne e ossos” como “geralmente composto por osso moído, cartilagem, tendões, e é a forma mais barata e menos nutritiva de ofertar farinhas de sub-produtos”. O mesmo acontece com as expressões “farinha de carne de cordeiro”, “farinha de carne de frango” e “farinha de carne de peixe”.

Todas essas formas são largamente utilizadas nas rações. Tais ingredientes certamente aumentam o teor de proteína bruta, mas oferecem poucos nutrientes. (Certamente não é a minha idéia de uma boa refeição para animais). Por causa da adição de ingredientes duros e fibrosos, os cães geralmente conseguem aproveitar apenas cerca de 75% das proteínas que compõem as “farinhas de carne de ....” da ração. E as “farinhas de carne de ...” se tornam ainda menos digestíveis graças ao cozimento com altas temperaturas requerido para esterilizar a mistura. Farinha de sangue, outro ingrediente barato, contém ainda menos proteínas aproveitáveis.

Como acontece com as proteínas, outros ingredientes básicos podem variar largamente quanto à qualidade e à digestibilidade.

Carboidratos
Carboidratos podem ser uma excelente fonte de nutrientes. Em muitos produtos, contudo, como acontece com as rações semi-úmidas, a fonte de carboidratos vem de alimentos como o açúcar - que contém calorias vazias-, propileno glicol, e xarope de milho. Também fiquei sabendo que donuts que sobram da indústria de fast-foods têm sido usados como fonte de carboidratos na ração, bem como grãos embolorados e rançosos impróprios para consumo humano.

Com exceção dos açúcares, é difícil verificar, por meio da leitura do rótulo, o que você está recebendo na ração. Outros exemplos de fontes de carboidratos incluem:

* Farelo de arroz – finamente triturada, geralmente é o que sobra do processo de moagem. Contém valor nutricional muito baixo.

* Polpa de beterraba – o resíduo desidratado do açúcar de beterraba.

* Glúten de milho – o resíduo do milho desidratado depois que são removidos o amido, o gérmen e a fibra. Pouco nutritivo, se tanto.

* Levedura de arroz – frações do arroz que foram descartadas do processo de fabricação da cerveja, contendo resíduos pulverizados, desidratados e desgastados. Pouco valor nutricional, se tanto.

* Grãos rançosos ou embolorados – impróprios para consumo humano.

Gorduras e fibras
Os lipídios (gorduras) geralmente derivam de gordura animal rejeitada para consumo humano. Tais gorduras podem estar rançosas, um estado que normalmente torna a gordura tóxica para o organismo. O ranço também rouba as vitaminas essenciais dos lipídios. As fibras podem vir simplesmente de vegetais ou de grãos integrais, ou pode significar adição de fibra derivada de fontes como cascas de amendoim, pêlos ou até folhas de jornal.

Termos genéricos
Como você pode ver, as análises químicas contidas no rótulo não significam muita coisa. Para ilustrar esse conceito, um veterinário criou um produto contendo a mesma composição básica de proteínas, lipídios e carboidratos que uma marca comum de ração para cães, usando sapatos velhos de couro, óleo de graxa e lascas de madeira. O que quero dizer é que os rótulos nem sempre nos informam o bastante. Desconfie principalmente de rações que listam seus ingredientes em termos genericamente categóricos, como esses:

Farinha de carne e de ossos
Sub-produtos de carne
Hidrolisado animal desidratado
Sub-produtos de frango
Farinha de sub-produtos de frango
Hidrolisado de sub-produtos de frango
Sub-produtos de galinha
Hidrolisado de fígado
Farinha de peixe
Sub-produtos de peixe
Nos Estados Unidos, a Pet Food Institute, que representa a indústria, pediu repetidas vezes permissão do Food and Drug Administration (FDA) para empregar mais expressões como essas, de ingredientes coletivos. Os membros da indústria argumentam que termos como esses permitem que eles escolham “itens de preço mais baixo” de cada uma das classes de ingredientes. Alguns dos termos mais cobiçados incluem “animais processados e produtos de proteína marinha”, “produtos vegetais” e “produtos com fibras de plantas”. Veja como um termo como “produtos vegetais” não nos informa na verdade nada sobre o que está na ração!

Afinal de contas, um produto vegetal pode significar qualquer parte de uma planta ou os resíduos dessa planta após o processamento. Eles querem que esses termos sejam aprovados justamente por serem tão vagos e mal definidos, isso lhes dá uma ampla latitude sobre os ingredientes que entram na ração sob o mesmo termo explicativo.

Leia o rótulo
Trecho do livro: Natural Health Bible for Dogs & Cats
Autor: Shawn Messonier, médico-veterinário
Edição: 2001
Inédito no Brasil

Proprietários de animais de estimação enfrentam dificuldades de compreensão quando se deparam com termos como “galinha”, “farinha de frango” e “farinha de sub-produtos de frango” nos rótulos das rações. Leia agora como a AAFCO (Association of American Feed Control Officials – o órgão responsável pelas rações nos EUA), define alguns desses termos.

Farinha de sub-produtos de animais: tecido animal reciclado sem adição de pêlos, cascos, chifres, couro, esterco e conteúdo estomacal, exceto em quantidades que as boas práticas de processamento não conseguiram evitar.

Farinha de glúten de milho: é o resíduo seco da proteína do milho, depois de retirados o amido e a gordura, e da separação da fibra por um processo empregado com moagem úmida para a fabricação de amido de milho e xarope de milho. Farinha de glúten de milho é um sub-produto com baixo teor de aminoácidos essenciais. Milho moído, que contém o grão inteiro do milho, é preferível.

Carne: carne limpa de animais abatidos restrita aos músculos esqueléticos ou da língua, diafragma, coração, ou esôfago, com ou sem gordura, tendões, pele, nervos e vasos sanguíneos. Pode ser de qualquer espécie como porcos, cabras, coelhos, e etc. Se o termo estiver acompanhado por uma espécie identificada (exemplo: peru), a carne precisa corresponder à essa espécie.

Farinha de carne e de ossos: tecido reciclado de mamíferos (sem gordura e água), incluindo ossos, sem pêlos, cascos, chifres, couro, esterco e conteúdo estomacal. Trata-se de um sub-produto com quantidades variáveis de carne e ossos (que difere dependendo do lote) e qualidade protéica variável. Assim como na “farinha de carne”, pode conter carne oriunda de animais mortos antes do abate, animais que chegaram moribundos ao abatedouro, animais doentes ou defeituosos; ou seja, impróprios para consumo humano.

Farinha de sub-produtos: partes limpas não-recicladas (contêm gordura e água) que não incluem carne e que são pulmões, baço, rins, cérebro, fígado, sangue, ossos, estômago e intestinos sem conteúdo. Não pode incluir dentes, pêlos, chifres e cascos. Essa fonte de proteína pode ser mais saudável do que “farinha de carne” ou “farinha de carne e ossos” (já que vem de tecido não reciclado e de animais abatidos, em vez de vir de carcaças de animais que morreram antes do abate), mas não há maneira de saber apenas pela leitura do rótulo, quanto de cada sub-produto está incluído na ração.

Farinha de sub-produtos de frango: partes limpas moídas e recicladas de carcaças de aves abatidas, inclui: pescoço, pés, ovos mal desenvolvidos e intestinos. Não pode conter penas, exceto em quantidades que não podem ser evitadas com boas práticas de processamento. A qualidade entre os lotes é bastante inconstante.

Obs: Muitas das fontes de proteína animal de baixa qualidade (como a farinha de carne e ossos) mostram ampla variabilidade. Não existem padrões, por exemplo, para quanto de carne e quanto de ossos devem ser incluídos nessa farinha. Como resultado, é impossível saber o que entra nessa categoria e em outras fontes questionáveis de proteína.

Tudo começa com a alimentação
Trecho do livro: The Nature of Animal Healing
Autor: Martin Goldstein, médico-veterinário
Edição: 1999
Inédito no Brasil

“Farinha de soja”, nem é grão de soja de verdade. Depois que a maior parte do óleo – a porção mais benéfica para as pessoas, e também para os pets – é extraída do grão de soja, os resíduos que sobram são moídos como “farinha de grão de soja”.

“Farelo de trigo”, o terceiro ingrediente de muitas rações pode parecer menos desconcertante que a “farinha de soja”. Infelizmente, a AAFCO permite que a farelo de trigo inclua “a cauda da moagem”, uma expressão que significa qualquer resíduo varrido do chão das fábricas de moagem de trigo ao fim de uma semana.

Alimentos de origem animal
Trecho do livro: “Nutrição Animal I”
Autor: José Milton Andriguetto
Edição: 2002
Publicado originalmente no Brasil.

Farinha de fígado: fundamentalmente a farinha de fígado é obtida pela dessecação e trituração de fígados provenientes de animais abatidos. Considerando, entretanto, que o fígado dos animais tem boa aceitação em termos de consumo humano e que além disso é um material muito procurado para a fabricação de extratos para uso medicamentoso, é muito difícil conseguir para uso animal uma farinha pura. O normal é que essas farinhas sejam obtidas de aparas de fígado ou de fígados condenados pela inspeção nos matadouros e ainda dos resíduos da indústria farmacêutica. Em virtude do pequeno volume, via de regra, os fígados são colocados junto com os resíduos que irão constituir as farinhas de carne. O mais comum até é que, a estas aparas e a estes resíduos, sejam juntadas outras vísceras, como rins ou pulmões, constituindo uma farinha mista.

Decifrando os ingredientes misteriosos
Livro: Food Pets Die For
Autora: Ann Martin, pesquisadora da indústria de rações há 18 anos
Edição: 2008
Inédito no Brasil.

Farinha de pena hidrolisada: o AAFCO considera esse ingrediente como fonte de proteína – embora não seja uma proteína digestível.

Peixe: as partes utilizadas para as rações são cabeças de peixe, caudas, nadadeiras, ossos e vísceras. Se o rótulo informa “peixe”, significa que as partes vêm diretamente das fábricas de processamento de peixes e não passam pelo processo de reciclagem. R.L.Wysong, médico-veterinário, afirma que porque o peixe inteiro não é utilizado pela maioria das indústrias de rações, não contêm a maior parte das vitaminas lipossolúveis, minerais, e ácidos graxos (ômega 3) necessários para a boa nutrição. Quando se usa nas rações o peixe inteiro normalmente é porque o peixe contém um nível alto de mercúrio ou outras toxinas, tornando-o impróprio para consumo humano.

Farinha de peixe: o resíduo da reciclagem nas fábricas de processamento de peixes compõe esse produto. Pode incluir cabeça, cauda, nadadeiras, vísceras e sangue.

Farinha de sangue: produzido com sangue fresco e limpo de animais, excluindo-se materiais externos como pêlos, conteúdo estomacal, e urina, exceto em quantidades não evitadas pelas boas práticas de processamento.

Polpa de beterraba: o resíduo seco do açúcar de beterraba é adicionado como fonte de fibra, mas é, primariamente, açúcar.

A enganosa prática do “splitting” nos rótulos

Milho e trigo são, geralmente, os primeiros ingredientes listados nos rótulos das rações para cães e gatos. No entanto, algumas indústrias de rações listam os ingredientes dos produtos de maneira que o primeiro ingrediente que aparece seja uma fonte de proteína. Por exemplo, em um pacote de ração para gatos de marca conhecida, os ingredientes do rótulo são listados nessa ordem:

Farinha de sub-produtos de frango, milho moído, trigo, farinha de glúten de milho, farinha de soja, farelo de arroz, etc.

A maioria das pessoas ao lerem esse rótulo presumirão que “farinha de sub-produtos de frango” é o principal ingrediente, oferecendo uma fonte ampla de proteína. Errado. Na verdade, o milho é o primeiro ingrediente dessa ração para gatos. Para dar a impressão de que a fonte protéica é o principal ingrediente nessa ração, o fabricante dividiu o milho em duas categorias: milho moído e farinha de glúten de milho. Mas se você contar o total de todas as formas de milho utilizadas e contar o total de todas as fontes de proteína verá que o milho é muito mais abundante.

Na indústria de rações para pets, essa prática de rotulação se chama “splitting” (“repartição”, ou “dividindo”, em inglês). Os fabricantes querem que você pense que o principal ingrediente é alguma carne, e por isso dividem os produtos de milho em várias categorias.

Contribuição pessoal (Sylvia Angélico)
Na faculdade de Med. Veterinária, meu professor de Nutrição nos contou que confeitos de M&M's foram parar nas rações para pets um tempo atrás. Era a época daquela promoção que premiava quem encontrasse o raro M&M vermelho. Com a supressão dos confeitos vermelhos nas embalagens subseqüentes à promoção, esses M&M's descartados precisavam ser aproveitados de alguma forma.
E certamente foram. A indústria de rações absorveu esses confeitos, pelo período de duração da promoção. "Porque afinal de contas, chocolate e amendoim são fontes de glicose", explicou meu professor."
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Sete vantagens do Uso da Homeopatia em Veterinária:

1. Não requer experimentação cruenta em animais.

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