domingo, 14 de junho de 2009

Nutrição e Câncer

PREVENINDO E TRATANDO O CÂNCER COM ALIMENTAÇÃO ADEQUADA

Dando sequência às postagens sobre câncer, vamos falar do que, ao meu ver, seria a parte mais importante do tratamento: BOA ALIMENTAÇÂO.


Um dos maiores problemas de animais com câncer é a caquexia ou perda involuntária e progressiva de peso. Esta acentuada perda de peso devida a alterações metabólicas da doença ou do tratamento, diminui a qualidade de vida do animal, diminui a resposta ao tratamento da doença e diminui o tempo de sobrevida do animal.

Pesquisas científicas em câncer desde a década de 90, vem demonstrando que uma nutrição baseada em baixa porcentagem de carbohidratos, alta proteína e gordura de boa qualidade são as mais indicadas, pois
favorecem o metabolismo do doente e não o da célula tumoral.
As células tumorais se alimentam de açúcares provenientes dos carbohidratos. A alimentação industrializada disponível no mercado é baseada em grandes concentrações de carbohidratos (nutrientes mais baratos) e, portanto totalmente contra-indicada em animais com câncer.


COMPOSIÇÃO BÁSICA DA DIETA DO PET COM CÂNCER

Carbohidratos

Os carbohidratos constituem a fonte de energia mais abundante dos alimentos para animais de companhia, especialmente nas rações para cães. Como a glicose constitui o principal substrato energético do tecido neoplásico em crescimento, a estratégia consiste em forçar o tumor a utilizar outros substratos para contribuir na redução da proliferação celular. Durante a caquexia, pode ser importante proporcionar o aporte protéico complementar para tratar de atenuar o processo de caquexia. Por isso, resultaria útil eleger um alimento rico em gordura e proteínas e pobre em carbohidratos.

Carbohidratos incluem as frutas, vegetais, legumes e grãos. Os carbohidratos mais indicados no caso do câncer são os que contêm menos açucares ou baixos valores glicêmicos como brócolis, couve flor, couve de Bruxelas, vagens, repolhos, abobrinhas e batata yacon. Devem-se evitar batatas, batatas doces, mandiocas, abóboras e cenouras.
Apenas 20% do volume total de cada refeição ou menos, no caso dos portadores de câncer, deve estar constituído de carbohidratos.




Proteínas

As proteínas de origem animal parecem aportar aminoácidos mais importantes para cães e gatos do que as de origem vegetal. As altas concentrações de fitatos na soja, por exemplo, podem interferir na absorção adequada de cálcio, magnésio, iodo, ferro e zinco. Boas fontes de proteína animal devem ser utilizadas, como carnes e vísceras de bovinos, ovinos, suínos, aves, peixes e ovos. A utilização de laticínios e seus subprodutos é contra indicada por muitos autores, em indivíduos portadores de câncer.

Em alguns trabalhos científicos se têm demonstrado que o aumento da arginina na alimentação retarda a progressão do tumor (Milner et al,1979; Burns et al., 1984; Robinson et al., 1999). A arginina está presente em carnes, peixes, laticínios e nozes.Ainda resta determinar o mecanismo exato, mas o aporte de até 2% de arginina nas proteínas alimentares poderia ser beneficioso para o tratamento do paciente canino com câncer (Olgivie et al., 2000).

A glutamina também poderia ter efeitos supressores na carcinogênese. Parece ter um intenso efeito imunoestimulante, indutor de uma maior imunomodulação em todo o organismo, a qual reduziria as taxas de crescimento do tumor e das metástases (Souba, 1993; Kaufmann et al.,
2003). As fontes dse glutamina são as carnes, peixes, leite e derivados.

Alguns estudos em humanos sugerem que aminoácidos de cadeias ramificadas (AACR) como a leucina teria efeitos sobre o aumento da massa muscular e também no retardo do crescimento tumoral. Contudo, a ausência de publicações relacionadas na literatura veterinária ainda não nos permite indicar doses e efeitos seguros e eficazes na terapêutica cancerígena.




Ácidos graxos (gorduras)

Os ácidos graxos (gorduras) são importantes fontes de energia para o animal, sendo as carnes, os ovos, leites, queijos e iogurtes, suas fontes mais ricas. O óleo de peixe (não o de fígado de bacalhau), vendido em farmácias de manipulação ou casas de produtos naturais, são fonte riquíssima de ômegas 3, e têm sido muito utilizados na terapêutica do câncer, por seus efeitos anticancerígenos, com dose indicada de 1000mg (180 mg EPA e 120 mg de DHA) para cada 4,5 kg de peso, ao dia.
Na maioria dos alimentos industrializados para cães, as proporções de ômego 6 e ômega 3 estão numa faixa de 10:1 e 5:1 , quando o recomendado seria 1:1. Só se tem realizado um estudo clínico em cães, em que foi utilizado na proporção de 0,3:1, e os resultados demonstraram um aumento nos tempos de sobrevivência e dos períodos sem enfermidades em cães com linfoma, sem efeitos secundários discerníveis (Olgivie et al.,2000).

Atualmente alguns estudos clínicos em andamento tentam avaliar esta ação, mais precisamente em câncer animal, sendo que os dados ainda não publicados indicam que o óleo de peixe pode ser uma promessa para o tratamento de diferentes enfermidades neoplásicas. O óleo de borragem e de linhaça são os representantes vegetais mais ricos em ômega 3, podendo ser usados como fonte de energia e de ômegas.
Em doenças como pancreatite, insuficiência renal crônica e hipertrigliceridemia congênita, que cursam conjuntamente com o câncer, este elevado teor protéico e de gordura é contraindicado





Vitaminas e minerais

A administração suplementar de antioxidantes dietéticos como o beta-caroteno, os retinóides e as vitaminas C e E, se têm associado com um menor risco de carcinogênese em modelos animais e em uma série de estudos epidemiológicos. O único mineral com efeitos anticancerígenos similares é o selênio. A hipótese majoritária é que muitos destes compostos, exceto os retinóides, atuem principalmente como antioxidantes e reduzam o dano celular, em especial do DNA, limitando assim a incidência de mutações funcionais, o que tem como conseqüência uma menor incidência de câncer.

Até agora não se pode respaldar o uso indiscriminado destes antioxidantes como suplementos na medicina veterinária por causa das grandes diferenças quanto a padrões alimentares e ao metabolismo destas substâncias entre os pacientes veterinários e os pacientes humanos, restando-nos aguardar a conclusão de trabalhos em animais de companhia.

A vitamina C (ácido ascórbico) tem sido relacionada com um aumento dos efeitos de certos agentes quimioterápicos como a vincristina (Osmak et al., 1997).
Apesar dos suplementos de ácido ascórbico poderem ser úteis em alguns casos de resistência a quimioterapia, também se têm argumentado que seu uso poderia ter efeitos potencializadores do tumor em algumas neoplasias e atividade antineoplásicas em outras (Seifried et al., 2003; Lee et al., 2003). Não se tem levado a cabo estudos controlados para valorizar sua eficácia em cães e gatos. O cão sintetiza ácido ascórbico, pelo que se desconhece o risco relativo de câncer por carência deste produto ao longo da vida do animal.
Outro antioxidante potente, a vitamina E é necessária na alimentação e são necessárias mais investigações sobre sua eficácia como agente antineoplásico nos animais.



                    Essa delícia tem ácidos graxos bons, compostos anti-oxidantes e muito selênio!!!

O selênio é o único mineral com propriedades anticancerígenas e preventivas conhecidas. Existem dados conclusivos de que o incremento das concentrações de selênio no soro está relacionado com incidências menores de carcinomas de pele, pulmão e próstata em seres humanos (Clark et al., 1996; Nelson et al., 1999; Reid et al., 2002; Duffield-Lillico et al., 2003). A maior parte dos alimentos comerciais para cães cumpre o perfil de nutrientes recomendados pela AAFCO, mas as recomendações do NRC se têm triplicado recentemente, já que a ingestão de selênio de muitos animais de companhia poderia ser baixa ou insuficiente. A vista desta circunstância, e dos estudos clínicos realizados em seres humanos, que demonstram os maiores efeitos do aporte suplementar de selênio na redução do risco relativo de câncer em pessoas com concentração de selênio no soro normais (Clark et al., 1996; Nelson et al., 1999; Reid et al., 2002;
Duffield-Lillico et al., 2003), poderia ser sensato dar um suplemento (2-4 μg/kg de peso/día) aos animais com antecedentes de neoplasia ou com predisposição a desenvolver câncer. Fontes naturais de selênio como Castanha do Pará, gérmen de trigo, farelo de trigo, alho, podem ser utilizadas na alimentação

O aporte suplementar de antioxidantes (p. Ex., vitaminas E e C, beta-carotenos, polifenóis, selênio) é de grande interesse na prevenção do câncer em humanos mas ainda não está bem determinada em animais de companhia, devido a diferenças no metabolismo destas espécies. Alguns estudos em humanos indicam que a suplementação com antioxidantes deve ser evitada durante a quimioterapia ou a radioterapia pois poderia resultar beneficioso para a sobrevivência das células tumorais.

A indicação das proporções de nutrientes no caso da terapêutica nutricional do câncer em animais, por alguns autores, é de 60% de proteínas, 20% de gorduras e 20% de carbohidratos ou pequenas variações destas quantidades. Quando utilizamos alimentação natural, devemos também suplementar com um bom complexo vitamínico/mineral para complementar os nutrientes da dieta caseira.

A quantidade de alimento oferecido ao animal, ao dia deve ser de 2 a 3 % do seu peso, tanto com comida caseira quanto com dietas baseadas em alimentos crus. Só pra traçar um parâmetro comparativo, a quantidade de alimento caseiro é aproximadamente o dobro da refeição com ração. Os legumes devem ser cozidos por pouco tempo e/ou no bafo (batatas, mandiocas, mandioquinhas que não devem ser consumidos crus pois não digerem bem e podem ter efeitos tóxicos) e o restante utilizados crús sob a forma de purê, facilitando a ingestão pelo animal quando misturado ao restante do alimento (veja o vídeo em : http://www.youtube.com/watch?V=Qcd5ch4Ytb8 ).




A alimentação com ossos carnosos crus também é muito usada na terapêutica nutricional do câncer pois melhora em muito a palatabilidade do alimento, e praticamente exclui os carbohidratos da alimentação, apoiando-se basicamente na ingestão de carnes, ossos e vísceras ( acesse www.cachorroverde.com.br para maiores informações).

Toda e qualquer alteração alimentar deve ser feita gradualmente, principalmente em animais com doenças debilitantes e/ou caquetizantes, portanto consulte um médico veterinário para orientá-lo no assunto.

A palatabilidade do alimento é fator determinante no controle alimentar dos cães anoréxicos e caquéticos. Também a alta digestibilidade do alimento objetiva atingir o máximo benefício nutricional do cão. Além do que, comidinha feita com amor e carinho, não tem igual!!!!!!!

Instituir um plano nutricional adequado a cada enfermo e enfermidade amplia as nossas possibilidades terapêuticas, melhora nossos prognósticos e a sobrevida dos nossos pacientes.


NUTRACÊUTICOS E ALICAMENTOS


A utilização de alimentos que apresentam componentes com propriedades e efeitos medicamentosos sobre o organismo (chamados nutracêuticos, alicamentos ou alimentos funcionais), colaboram na prevenção e no tratamento de enfermidades. A utilização deste tipo de alimento na dieta diária do pet com câncer é citada por diversos veterinários holísticos em todo o mundo como um fator imprescindível na redução de alguns tumores, no impedimento da disseminação de outros, na desintoxicação relacionada a fatores carcinogênicos e na prevenção de outros mais. Tais alimentos também compensam desequilíbrios e desajustes alimentares através de componentes biologicamente ativos como leucotrienes, polifenóis, licopenos, antioxidantes, carotenóides e etc, além de agirem diretamente sobre a dinâmica da célula cancerígena.



Um aporte constante de alimentos ricos em compostos anticancerígenos é uma arma indispensável para combater e/ou impedir o desenvolvimento do Câncer.

Um alicamento anticancerígeno é todo alimento, seja fruta, legume, erva, bebida ou mesmo um produto de fermentação, que contem em grande quantidade, uma ou várias dessas moléculas com potencial anticancerígeno.

Diferentes compostos bioquímicos nos alimentos exercem diferentes ações sobre as células cancerígenas e os processos cancerosos:



Bloqueio da ação de substâncias cancerígenas: brócolis, repolho, alho, Ômega 3 ( atum branco,sardinha,salmão, cavala pequena ou óleo de peixe e óleo de linhaça ou borragem), morango, legumes crucíferos(couve, couve de bruxelas, couve flor, couve chinesa, brócolis)


No bloqueio da promoção do desenvolvimento da célula cancerosa: curcuma ou açafrão, chá verde, soja, tomate, legumes crucíferos (uvas somente para humanos!)


No bloqueio da progressão da célula cancerosa: mirtilo, morango, Ômega 3, cítricos, morango, frutas vermelhas, alho, alho, alecrim, tomilho, orégano, manjericão, hortelã.




Redução da angiogênese (formação de vasos sanguíneos que nutrem os tumores e facilitam as metástases): cúrcuma, gengibre, chá verde, legumes crucíferos, salsa, aipo, frutas vermelhas (morango, mirtillo, amora, framboesa)


Induz apoptose (morte celular programada)de células cancerosas: chá verde, cúrcuma, legumes crucíferos, alho, alecrim, tomilho, orégano, manjericão, hortelã; salsa, aipo, algas, frutas vermelhas (morango, mirtillo, amora, framboesa)


Aumentam imunidade: os cogumelos, Shiitake, Maitake, Enokitake, Cremini, Portobello, Ganoderma, Cordiceps, Agaricus


Efeito anti-inflamatório: alecrim, cúrcuma, salsa, aipo, cítricos (laranja, limão, tangerina, grapefruit ou pomelo), romã



NOTAS:

Legumes crucíferos não devem ser fervidos e sim utilizados crus ou no bafo. Pra cozinhar no bafo coloque os legumes na parte interna da tampa de uma panela, amarre com um pano de prato bem limpo e emborque sobre a panela com alguma água. Depois que a água ferver, deixe por no máximo 5 minutos e retire. Não se perdem nutrientes na água da fervura.


As moléculas ativas do alho são liberadas durante o esmagamento e são mais bem absorvidas se diluídas em azeite.




Os tomates devem ser cozidos (molho de tomate) e a absorção dos seus princípios, melhora com o azeite de oliva.

As refeições podem ser congeladas em porções próprias para as refeições (2 vezes ao dia seria o ideal). Retire do freezer no dia anterior e descongele na geladeira. Ingredientes como alho, ervas, azeites e suplementos vitaminicos devem ser colocados na hora de servir e não congelados.

CONCLUINDO...

Estudos clínicos veterinários tem demonstrado que também se observam no cão algumas das anomalias metabólicas que se produzem em modelos de câncer em roedores e seres humanos, mas as pesquisas na área de nutrição veterinária são necessárias devido justamente às diferenças metabólicas entre as espécies.

Importante observar que a maior parte das pesquisas na área de nutrição são financiadas pelas indústrias de rações e que os resultados podem ser tendenciosos no que diz respeito à complexidade de uma simples refeição. Será que vamos ter que fazer doutorado em nutrição animal para podermos alimentar nossos pets? Parece ser isso o que os grandes fabricantes, o poderoso lobby da alimentação industrializada quer fazer parecer, portando fique bem atento pois há 20 anos atrás os nossos animais se alimentavam de comida caseira e não apresentava tantas doenças alérgicas, auto-imunes, neoplásicas e metabólicas complexas. O que víamos era no máximo um “raquitismozinho”, uma “seborréiazinha” seca que ao corrigirmos a alimentação modificando ou suplementando, tudo voltava ao normal. Hoje em compensação, os excessos de conservantes, aromatizantes, palatabilizantes, adoçantes, corantes, humectantes, texturizantes, espessantes, redutores de oxidação, antimicrobianos e sabe-se lá mais o que, presentes nas rações comerciais, são amplamente responsabilizados pelas “ites”, “oses” e “omas” dos nossos pets.


São necessários trabalhos clínicos mais extensos e controlados, que sabemos que podem não vir se dependermos unicamente da indústria farmacêutica que não possui verbas para despender com medicamentos não passíveis de patente, assim como a indústrias de ração só interessa custos de produção baixos e lucros altos.

Dá-lhe lavagem cerebral!!!

Portanto, resta a nós, profissionais da saúde, investigar, questionar e encontrar alternativas para melhorar as condições de saúde dos nossos pacientes, sejam eles peludos ou não.

Comida natural neles!!!!!



BIBLIOGRAFIA

XI Encontro de Homeopatia em Curitiba – 15 e 16 maio 2009 – Módulo I – Homeopatia nas Especialidades – Câncer e Homeopatia - Palestra proferida pelo Dr. Javier Salvador Gamarra

CLEMMONS, R.M. Integrative Treatment of Câncer in Dogs. Disponível em: http://neuro.vetmed.ufl.edu/neuro/AltMed/Cancer/Cancer_AltMed.htm . Acesso em 15/05/2009.

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http://medicinacomplementar.com.br/temaMAR07.asp .Acesso em 07/05/2009.

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Acesso em 02/01/2009.

ROYAL CANIN. Enciclopédia de la Nutricion Clinica Canina. Disponível somente a médicos veterinários, em: http://www.ivis.org/search/recent.asp?LA=2 . Acesso desde 2007.



NA PRÓXIMA POSTAGEM DE CÂNCER FALAREMOS DOS TRAMENTOS COM CAM (MEDICINA COMPLEMENTAR ALTERNATIVA)
Até lá!
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Sete vantagens do Uso da Homeopatia em Veterinária:

1. Não requer experimentação cruenta em animais.

2. Não utiliza drogas de elaboração industrial, artificial, tóxicas e/ou contaminantes.

3. Pode prescindir de vacinas ou outros meios artificiais para a prevenção das chamadas enfermidades contagiosas evitando assim, muitas vezes, sérios efeitos colaterais negativos.

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5. Custo baixo!

6. Trata surtos epidêmicos em populações tanto de forma profilática quanto terapêutica.

7. Ao reequilibrar a energia vital do enfermo atua sobre o organismo como um todo (holos) melhorando não só os sintomas físicos como também os mentais, melhorando as relações com o ambiente, os sofrimentos, os medos, etc.